Minha sobrinha mais velha, Aline, casou-se.
Toda vez que vou a um casamento no meu clã fico a pensar que é assim que caminha a humanidade, é inevitável. Apesar de todos os blá blá blás que dizem em relação as uniões com papel ou sem papel os casamentos continuam em voga; o que não me deixa mentir é o verdadeiro parque industrial que há por trás desse ritual em relação a Igrejas, buffets, roupas, cabelos, sapatos e por aí vai... Um casamento mexe com a infraestrutura de toda uma cidade, é brincadeira?
Mas deixando esse assunto árido de lado, pensemos nos noivos e na sua vontade e desejo de se unir. Creio que é daí que começam os problemas e soluções. Vamos casar? Vamos! Com papel ou sem? No papel! Na Igreja ou só no cartório? No cartório! Ah! Lá no tabelião? Não, num lugar onde possamos festejar... Ah! Onde?
INTERVALO PARA REFLEXÂOOOOOOOOOOOOOOOO
Você quer que sua família participe ou seja informada? Quero que participe e você? Eu também? Mas sua família é covardia, afinal sua mãe tem 40 tantos primos, pô! É verdade, mas e se convidássemos só nossos pais e irmãos? Amigos não? Sim, amigos sim. E minha avó também. Ah! Então também quero minha avó e meu avô. Nesse caso serão mais dois e não mais um, afinal meu avô morreu. É verdade. Bom mas para compensar posso convidar os irmãos de minha mãe e seus partners pois são meus tios. Sim, é verdade, mas eu não tenho tanto tios e o número cresce... É verdade! E as crianças? Convidaremos crianças? Claro, como seria uma festa sem várias idades? Faz falta a diversidade, ora! É verdade! Ops, o festejo esta ficando grande, não é bem? (ou bebê que tá na moda) vamos continuar esse dialogo semana que vem....
INTERVALO PARA REFLEXÃOOOOOOOOOOOOOOOOOOO
Sabe o que pensei? Que ao invés de convidarmos a torto e a direito que tal se nos impuséssemos um número? Como? Um número bonitinho, simpático, jeitoso que nos desse a chance de conversar com todos, reconhecer cada um, lembrar os nomes, que tal? Excelente idéia, bebê! por que não pensei nisso antes? Que número? Ora vamos pensar... 500? Nem pensar! 400? Na mesma lista do não! 300? Caríssimo! 200? Ainda acho caro, nos decidimos dar conta de pagar lembra? 100 !?!?!? Otimo!!! 100! Um numero pequeno, não acha, bebê? Acho! Mas 50 não dará para caber avós, mães, pais, tios,
filhos. Então tá! Que seja o 100. Mas muita gente ficará de fora... É verdade! No entanto, ficarão sabendo o que é o mais definitivo e o correto num ritual, certo? Certo!
100, uma centena. Aperta aqui, tira ali, apaga um, põe novamente, tira criança, põe novamente e assim passam dias....
Onde? O que? Onde será a comemoração? Que tal numa balada? Minha avó numa balada? Por que não? É, por que não... Tradicional então será fora de questão, certo? Certo, bebê.
Onde? Ok, sabemos que será em São Paulo, Capital. Então agora é só decidir o local. Dãh!
Ah! As decisões...
Por que não numa casa moderna futurista mais nossa cara?´Perfeito! Onde? Lá onde fomos ou vamos com amigos... Então tá!!!!
Claro que após esse diálogo ficcional mas factível deverá vir uma série de outras decisões tais como: Beberemos:? Comeremos? Tarde da noite? DJs? Ritmos? Luzes? Cameras e ação?
Diante disso tudo há estresse que não acaba mais. Só sei, que normalmente a coisa anda e o casório acontece. E assim foi!
Aline e Paulo casaram. Após 6 anos de convivência e muito trabalho (não de preparação do ritual em si, mas do trabalho profissional mesmo), casaram exaustos a ponto de passarem a lua de mel num spa no Chile, é brincadeira? Segundo a Aline, não quer sair nem para varanda (se é que tem varanda). Que venha o relax, êta coisinha boa de se usufruir.
O casamento foi muito legal. De uma organização ímpar. Creio que essa coisa pela organização vem da expertise (adoro essa palavra tão utilizada nos meios modernos do capitalismo) de cada um.
Chega-se ao local dois valets elegantes, bem postos (sem suor-desesperado-para-guardar-seu-carro-naquela-vaga) abrem as portas de sua carruagem, ops do seu carro e ajudam as ladies descerem com charme. Á porta a hostess bonita e gentil pergunta seu nome, agradece a presença e diz o número da mesa onde se sentará... Ponto para os noivos. Lá dentro um lugar exótico, um misto de Blade Runner com minimalismo. Dá para crer? Sim, pode crer.
Lugar charmoso, gente bonita, arrumada, simpática para ver noiva e noivo dizer para o juiz de paz que sim, queriam casar de livre e espontânea vontade. Lindo.
Outra surpresa: Aline após viver os trâmites legais pegou seu maravilhoso buquê e disse em alto e bom som que iria ser dado a sua avó e a lapela de Paulo, lindíssima combinando com o buquê, seria entregue a mãe dele. Ponto para os noivos.
Antes que a noite se encerrasse foram chamadas as solteiras de plantão (graças a Deus eu tinha saido de cena) e foi arremessado um Santo Antonio de pano com a carinha mais marota do mundo para elas.
Quem pegou? Minha sobrinha Júlia. E assim, a vida segue...
Ao final, ao receber nossa carrugem, ops carro de volta lemos com emoção um recadinho simpático dos noivos que seguirá anexo dentro em breve...
Eis o anexo, gente-bebê
N.T. Um dia vou escrever sobre um hábito familiar que amamos e que é pouco pensado, elaborado, combinado: O dia seguinte dos parentes do casório onde se tricota sobre TUDO e as risadas rolam deliciosamente.
Parentes queridos parentes
O que são parentes? Como surgem? São importantes? O que nos acrescentam? É sobre essas questões que me proponho a pensar e falar mais do que qualquer coisa. Não que outras coisas não sejam importantes.
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13 de out. de 2011
11 de abr. de 2010
Poucas dicas mas poderosas
Minha querida sobrinha Aline, está na Europa a trabalho e posteriormente terá uma semana com seu namorado Paulo para passear. São fofuras esses dois.
Na ida para lá, especificamente em Portugal, onde passou horas fazendo uma parte do trabalho, teve duas noticias ruins:
1ª O gerente do banco onde tem conta ligou dizendo que seu cartão havia sido bloqueado pois foi clonado;
2º O dono da casa, em Milão, onde o Paulo estivera hospedado durante uma semana, morreu após uma partida de futebol. Rapaz moço, por volta dos 30, casado, sem filhos e com os pais com muita dificuldade para conseguir voo daqui para lá.
Aline está triste e eu não gosto de saber disso. Imagino que o Paulo esteja sofrendo muito pois seu amigo de muitos anos. horas antes de morrer teve o cuidado de enviar um e-mail sugerindo um lugar para ele levar a Aline para conhecer e comer algo por ele pois não poderia saborear. Coisas da vida, sem dúvida. Mas são muito difideis de saber, quanto mais viver.
Gostaria que minha linda sobrinha não tivesse de se preocupar com nada mais a não ser chorar junto ao Paulo a morte do amigo. É o mais importante.
Navegando por aí encontrei um site muito interessante chamado O legal da web e encontrei 3 dicas fabulosas para quem usa o home banking (dicas para evitar dissabores maiores do que os que temos de viver, penso eu).
Segue o que copiei para colar. O mérito é de O legal da web:
3 dicas básicas abaixo para verificar a autenticidade de sites de bancos:
Cuidem-se!
Na ida para lá, especificamente em Portugal, onde passou horas fazendo uma parte do trabalho, teve duas noticias ruins:
1ª O gerente do banco onde tem conta ligou dizendo que seu cartão havia sido bloqueado pois foi clonado;
2º O dono da casa, em Milão, onde o Paulo estivera hospedado durante uma semana, morreu após uma partida de futebol. Rapaz moço, por volta dos 30, casado, sem filhos e com os pais com muita dificuldade para conseguir voo daqui para lá.
Aline está triste e eu não gosto de saber disso. Imagino que o Paulo esteja sofrendo muito pois seu amigo de muitos anos. horas antes de morrer teve o cuidado de enviar um e-mail sugerindo um lugar para ele levar a Aline para conhecer e comer algo por ele pois não poderia saborear. Coisas da vida, sem dúvida. Mas são muito difideis de saber, quanto mais viver.
Gostaria que minha linda sobrinha não tivesse de se preocupar com nada mais a não ser chorar junto ao Paulo a morte do amigo. É o mais importante.
Navegando por aí encontrei um site muito interessante chamado O legal da web e encontrei 3 dicas fabulosas para quem usa o home banking (dicas para evitar dissabores maiores do que os que temos de viver, penso eu).
Segue o que copiei para colar. O mérito é de O legal da web:
3 dicas básicas abaixo para verificar a autenticidade de sites de bancos:
1 - Minimize a página. Se o teclado virtual for minimizado também, está correto. Se ele permanecer na tela sem minimizar, é pirata! Não tecle nada.
2 - Sempre que entrar no site do banco, digite SUA SENHA ERRADA na primeira vez . Se aparecer uma mensagem de erro significa que o site é realmente do banco, porque o sistema tem como checar a senha digitada. Mas se digitar a senha errada e não acusar erro é mau sinal. Sites piratas não tem como conferir a informação, o objetivo é apenas capturar a senha.
3 - Sempre que entrar no site do banco verifique se no rodapé da página aparece o ícone de um cadeado; além disso, clique 2 vezes sobre esse ícone; uma pequena janela com informações sobre a autenticidade do site deve aparecer. Em alguns sites piratas o cadeado pode até aparecer, mas será apenas uma imagem e ao clicar 2 vezes sobre ele, nada irá acontecer.
Os 3 pequenos procedimentos acima são simples, mas garantirão que você jamais seja vítima de fraude virtual.
Cuidem-se!
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